Trabalho de Liliana Oliveira nº34145: Comentário noticia da actualidade "Previsões de Outono da OCDE mostram recuperação gradual"
Seguindo as previsões da OCDE expostas na notícia, irá verificar-se uma recuperação gradual e uma melhoria significativa da actividade económica, o que faculta um progresso generalizado, porém lento e mantendo os níveis de desemprego elevados, tanto na zona euro como nos EUA. Porém nos EUA a economia não deverá contrair tanto devido a planos de estímulo fiscal.O crescimento mundial, embora negativo em 2009, deverá atingir os 3.4% em 2010 e o PIB deverá demonstrar uma evolução acentuada seguindo as previsões até 2011.Verifica-se um semelhante crescimento nos países da zona euro, excluindo Espanha e Irlanda que tiveram problemas no sector imobiliário. Porém existe um lado negativo uma vez que se pode averiguar a rapidez com que os consumidores se endividarão. A Taxa de poupança das famílias aumentou e espera-se que assim continuem para que, caso haja descida na economia, não se destaquem descidas no nível de vida a que estão habituadas. Em Portugal, a OCDE aponta para uma contracção do PIB em 2009, enquanto a inflação deverá voltar a território positivo, apesar de lentamente. A OCDE prevê da mesma forma um agravo no Défice público. São necessárias reformas estruturais para impulsionar a competitividade no sector exportador e a qualificação da mão-de-obra para ampliar o potencial de crescimento a longo prazo. A intervenção do governo e instituições financeiras evitou uma recessão intensa. São agora necessários ajustamentos políticos entre outros para que a estadia financeira não seja influenciada de forma negativa.
Isto significa que deverão existir melhoramentos a partir do ano de 2009 até 2011 em vários sectores, porém não se verificará em todos eles, nomeadamente no do desemprego. Espera-se desta forma que os anos que se avizinham se confiram melhores que nos antecederam.
CONCEITOS: PIB PER CAPITA:O produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região durante um determinado tempo.
O PIB é um dos principais indicadores económicos e tem como objectivo medir a actividade económica de uma região, cidade ou país.
O PIB per capita é muito importante na economia. O PIB per capita foi o primeiro indicador a ser utilizado para poder medir a qualidade de vida de um país.
Obtém-se um valor médio per capita quando se divide o valor do PIB pelo número de pessoas de uma região, cidade ou país.
O PIB per capita varia de país para país, pois cada país tem um nível de desenvolvimento diferente de outro.
Alguns países podem ter um PIB elevado por serem grandes e terem muitos habitantes, mas seu PIB per capita pode ser baixo, isso deve-se ao facto da renda total ser dividida por muitas pessoas. Um exemplo disso é a China. INFLAÇÃO:Inflação é um conceito económico que representa o aumento de preços dos produtos num determinado país ou região, durante um período. Num processo inflacionário o poder de compra da moeda cai, por outras palavras, Inflação é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro. Isso é equivalente ao aumento no nível geral de preços. DÉFICE PÚBLICO: O Défice Público (ou Défice Orçamental) corresponde ao saldo negativo das Contas Públicas, ou seja, à diferença entre as despesas do Estado e as suas receitas durante um determinado período de tempo.
Geralmente, o défice público é apresentado em função do PIB de forma a poder efectuar comparações entre países de diferentes dimensões e de forma a avaliar o excesso de despesa do Estado em relação ao total da riqueza produzida no país.
Trabalho de Liliana Oliveira nº34145: Questões sobre desenvolvimento: O desenvolvimento no mundo
1. O que é afinal um país desenvolvido?
O conceito de PAÍS DESENVOLVIDO é utilizado para descrever os países que têm alto nível de desenvolvimento económico e social, tomando como base alguns critérios. Um dos critérios utilizados é o rendimento per capita e o valor do produto interno bruto per capita de cada país. Outro critério económico é a industrialização. 2.Exemplos de países desenvolvidos: · EUA, Canadá, Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Escócia, Irlanda, Japão.
3. Quais são os aspectos (variáveis) chave para o desenvolvimento de um país?
Os países onde os sectores terciário e quaternário da indústria predominam na economia são considerados desenvolvidos. Mais recentemente, uma outra medida, o Ìndice de desenvolcimento humano (IDH), começou a ser utilizado. O IDH mede três dimensões: riquesa, educação e esperança média de vida e é uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma determinada população. Os países desenvolvidos geralmente são os que apresentam IDH elevado. Países que não entram em tais definições são classificados como países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos. 4.Porque há tantas diferenças entre um país desenvolvido e um em desenvolvimento? As principais diferenças entre países desenvolvidos e países subdesenvolvidos são as características sociais e económicas.
Quando um Estado possui um alto Índice de Desenvolvimento Humano e uma economia altamente industrializada é considerado desenvolvido. Além disto, um país pode ser considerado em desenvolvimento (caminhando para se tornar desenvolvido) ou subdesenvolvido (países com sérios problemas socioeconómicos), possuindo características distintas nestes dois casos.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida estatística que reúne cálculos demográficos considerados mais influentes de uma determinada população: a taxa de analfabetismo, a expectativa de vida e a qualidade de vida (PIB per capita). Medido em valores de 0 a 1, países com os mais altos IDHs chegam a 0,8 em média, um meio-termo próximo a 0,65 e os mais pobres atingem taxas de 0,4 ou menos. Existem muitas críticas acerca da metodologia de aplicação das pesquisas e dos cálculos, e também pelo facto do índice não considerar importantes variáveis sociais. Porém, até então, ele serve bem ao propósito de comparar as condições sociais entre os diversos países do mundo para entidades como a ONU e o Banco Mundial.
Economicamente, um país é dado como desenvolvido por já ter um alto nível de industrialização do seu mercado. Isto verifica-se quando a maior parte da sua economia se encontra nos sectores terciário (mercado de serviços) e quaternário (pesquisa, desenvolvimento científico e informação). O indicador mais usado para medir o grau de desenvolvimento de um país é o PIB per capita do mesmo. Países desenvolvidos chegam a ter seu PIB per capita é muito maior que nos países subdesenvolvidos. O processo de industrialização de um Estado traz consigo uma forte alteração demográfica de sua população, quanto a sua localização e urbanização. Países subdesenvolvidos tendem a ser altamente agrários, com sua população a viver maioritariamente em zonas rurais; países em desenvolvimento mostram sinais de êxodo rural e sobrelotação das grandes cidades. Com o desenvolvimento vem o fim do crescimento vegetativo das cidades, sendo que as migrações podem ocorrer para as zonas de médio porte ou estagnarem.
Porque é Angola o principal destino de muitos trabalhadores portugueses?
ANGOLA_ de um paraíso colonial a um destino de mão-de-obra excedente
Quanto ao aspecto económico, cultural e social, é clara a relação de futuro entre Portugal e Angola, um futuro cada vez mais procurado.
No que diz respeito ao factor económico, Angola foi bastante afectada pela Guerra Civil que se manteve quase trinta anos. Colocou desta forma o país entre os mais pobres do planeta. (Fonte://http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_de_Angola//)
Todavia, Angola apresenta agora boas taxas de crescimento apoiadas principalmente pelas suas exportações de petróleo, sendo hoje em dia uma das maiores economias de África. Este representava cerca de 88% da economia das exportações de bens e serviços e 54% do PIB do país). O seu PIB per capita era um dos mais baixos do mundo, o que resultava na pobreza da população, sendo 15% da população depende da ajuda alimentar das Nações Unidas. (Fonte: Jornal “O Pombal”)
Segundo previsões do FMI, Angola teria um dos crescimentos mais rápidos a nível mundial. Portugal foi o maior investidor em Angola. (Fonte: José Pedro de Morais, ministro das Finanças de Angola)
Aquando a entrada de Portugal em crise, os investimentos em Angola decresceram consideravelmente, contudo actualmente é um dos principais fornecedores (e parceiro comercial) de Angola (fora do sector do petróleo e diamantes). Segundo dados do Economist Intelligent Unit, o nosso país tem como principais competidores a África do Sul, EUA, Holanda, França e Brasil.
Além dos grandes investimentos, como os das construtoras, sector bancário ou telecomunicações, existem centenas de projectos de pequena e média dimensão, desde as madeiras e móveis, medicamentos ou maquinaria, que exigem mão-de-obra qualificada não existente em Angola e são um forte impulso para a emigração portuguesa. (Fonte: ministro angolano da Economia, Manuel Júnior)
Nos últimos três anos, 60 mil portugueses chegaram a Angola para trabalhar, registou-se uma inversão nos fluxos migratórios entre Portugal e Angola. Se há não muito tempo a emigração era no sentido de lá para cá, agora, dá-se na direcção contrária. Em situação legal, já há quase o triplo de portugueses a viver em Angola do que angolanos em Portugal. (Fonte:http://jn.sapo.pt/)
Os números da Agência Nacional para o Investimento Privado em Angola (ANIP) não enganam quanto à importância que o país tem para os investidores portugueses. Em 2007, esse investimento chegou aos 235 milhões de dólares, com 247 projectos aprovados, e, em 2008, subiu para os 615 milhões de dólares. (Fontes://http://jn.sapo.pt/// e //http://www.angonoticias.com//)
Pode confirmar-se no site http://angolaempregos.blogspot.com/a qualidade e a procura de empregos em Angola.
Em conclusão e como opinião pessoal, o principal destino dos trabalhadores portugueses é Angola pois o número de trabalhadores com qualificação necessária para executar certas tarefas são poucos, o que faz com que sejam procurados, entre outros, portugueses qualificados (muitas vezes para qualificar). Além disso os investidores têm como principal finalidade as riquezas que lá existem e a mão de obras não qualificada a baixos preços.
Exemplos que demonstram as exportações e a evolução da balança comercial angolana (período: 2004, 2005, 2006):
PRODUTOS MAIS EXPORTADOS (2005)
Percentagens %
COMBUSTIVEIS, OLEOS E CERAS MINERAIS
96,3
PÉROLAS, PEDRAS PRECIOSAS E SEMIPRECIOSAS
3,4
Fontes Consultadas: Banco Mundial, Nações Unidas, IBGE e FEE AMOSTRA DA EVOLUÇÃO DA BALANÇA COMERCIAL – ANGOLA( 2006 a 2004)
2006
Variação %
2005
Variação %
2004
Exportações
71.141.069
61,33
44.096.360
7,40
41.056.197
Importações
253.731.954
-
0
-
0
Saldo
-182.590.885
-514,07
44.096.360
7,40
41.056.197
Corrente de Comércio
324.873.023
636,73
44.096.360
7,40
41.056.197
Fonte: MDIC/ALICE WEB
Mapa relativo ao desenvolvimento humano em Angola:UN Human Development Report 2009.PNG
██ acima de 0,950 ██ 0,900–0,949 ██ 0,850–0,899 ██ 0,800–0,849 ██ 0,750–0,799
██ 0,450–0,499 ██ 0,400–0,449 ██ 0,350–0,399 ██ abaixo de 0,350 ██ não disponível
Como se pode verificar através do mapa representado, Angola já não se encontra no limiar do desenvolvimento humano devido a várias razões entre as quais o investimento dos países estrangeiros, porém existe ainda um grande défice quanto ás condições humanas da população local.
Definições suplementares:
FMI: O Fundo Monetário Internacional (FMI) é uma organização internacional que pretende assegurar o bom funcionamento do sistema financeiro mundial pelo monitoramento das taxas de câmbio e da balança de pagamentos, através de assistência técnica e financeira. Sua sede é em Washington, DC, Estados Unidos da América.
PIB: O produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer seja, países, estados, cidades), durante um período determinado.
PIB per capita: Os indicadores económicos agregados (produto, renda, despesa) indicam os mesmos valores para a economia de forma absoluta. Dividindo-se esse valor pela população de um país, obtém-se um valor médio per capita:
INVESTIMENTO: é a aplicação de algum tipo de recurso (dinheiro ou títulos) com a expectativa de receber algum retorno futuro superior ao aplicado compensando.
1 dólar equivale a 0.6703 euros
EXPORTAÇÃO: é a saída de bens, produtos e serviços além das fronteiras do país de origem. Esta operação pode envolver pagamento (cobertura cambial), como venda de produtos, ou não, como nas doações.
BALANÇA COMERCIAL: Balança comercial é o nome da conta do Balanço de pagamentos onde se registam os valores das importações e exportações entre os países. Quando as exportações são maiores que as importações regista-se um superávit na balança, e quando as importações são maiores que as exportações regista-se um déficit. Quando o saldo da balança comercial apresenta negativo, o governo para equilibrá-la tem que recorrer as reservas cambiais de dólares que o Estado tem em caixa ou recorrer a empréstimos de banqueiros do exterior, este é um fato gerador da dívida externa.
VARIAÇÃO: O termo variação é derivado do latim variatione. Pode-se dizer que é o ato ou efeito de variar algo, ou uma variedade de algo. Em matemática uma variação pode ser definida como uma variável que é adicionada a outra variável, ou também pode ser definida como uma função adicionada a outra função.
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AVALIAÇÃO: Tema interessante e actual. Refere fontes e revela esforço de pesquisa de informação. Falta sistematização e compreensão dos conceitos (Bom) - lmadurei Nov 9, 2009
Trabalho de Liliana Oliveira nº34145: Comentário noticia da actualidade "Previsões de Outono da OCDE mostram recuperação gradual"
Seguindo as previsões da OCDE expostas na notícia, irá verificar-se uma recuperação gradual e uma melhoria significativa da actividade económica, o que faculta um progresso generalizado, porém lento e mantendo os níveis de desemprego elevados, tanto na zona euro como nos EUA. Porém nos EUA a economia não deverá contrair tanto devido a planos de estímulo fiscal.O crescimento mundial, embora negativo em 2009, deverá atingir os 3.4% em 2010 e o PIB deverá demonstrar uma evolução acentuada seguindo as previsões até 2011.Verifica-se um semelhante crescimento nos países da zona euro, excluindo Espanha e Irlanda que tiveram problemas no sector imobiliário. Porém existe um lado negativo uma vez que se pode averiguar a rapidez com que os consumidores se endividarão. A Taxa de poupança das famílias aumentou e espera-se que assim continuem para que, caso haja descida na economia, não se destaquem descidas no nível de vida a que estão habituadas. Em Portugal, a OCDE aponta para uma contracção do PIB em 2009, enquanto a inflação deverá voltar a território positivo, apesar de lentamente. A OCDE prevê da mesma forma um agravo no Défice público. São necessárias reformas estruturais para impulsionar a competitividade no sector exportador e a qualificação da mão-de-obra para ampliar o potencial de crescimento a longo prazo. A intervenção do governo e instituições financeiras evitou uma recessão intensa. São agora necessários ajustamentos políticos entre outros para que a estadia financeira não seja influenciada de forma negativa.
Isto significa que deverão existir melhoramentos a partir do ano de 2009 até 2011 em vários sectores, porém não se verificará em todos eles, nomeadamente no do desemprego. Espera-se desta forma que os anos que se avizinham se confiram melhores que nos antecederam.
CONCEITOS:
PIB PER CAPITA: O produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região durante um determinado tempo.
O PIB é um dos principais indicadores económicos e tem como objectivo medir a actividade económica de uma região, cidade ou país.
O PIB per capita é muito importante na economia. O PIB per capita foi o primeiro indicador a ser utilizado para poder medir a qualidade de vida de um país.
Obtém-se um valor médio per capita quando se divide o valor do PIB pelo número de pessoas de uma região, cidade ou país.
O PIB per capita varia de país para país, pois cada país tem um nível de desenvolvimento diferente de outro.
Alguns países podem ter um PIB elevado por serem grandes e terem muitos habitantes, mas seu PIB per capita pode ser baixo, isso deve-se ao facto da renda total ser dividida por muitas pessoas. Um exemplo disso é a China.
INFLAÇÃO: Inflação é um conceito económico que representa o aumento de preços dos produtos num determinado país ou região, durante um período. Num processo inflacionário o poder de compra da moeda cai, por outras palavras, Inflação é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro. Isso é equivalente ao aumento no nível geral de preços.
DÉFICE PÚBLICO: O Défice Público (ou Défice Orçamental) corresponde ao saldo negativo das Contas Públicas, ou seja, à diferença entre as despesas do Estado e as suas receitas durante um determinado período de tempo.
Geralmente, o défice público é apresentado em função do PIB de forma a poder efectuar comparações entre países de diferentes dimensões e de forma a avaliar o excesso de despesa do Estado em relação ao total da riqueza produzida no país.
Trabalho de Liliana Oliveira nº34145: Questões sobre desenvolvimento:
O desenvolvimento no mundo
1. O que é afinal um país desenvolvido?
O conceito de PAÍS DESENVOLVIDO é utilizado para descrever os países que têm alto nível de desenvolvimento económico e social, tomando como base alguns critérios. Um dos critérios utilizados é o rendimento per capita e o valor do produto interno bruto per capita de cada país. Outro critério económico é a industrialização.
2. Exemplos de países desenvolvidos:
· EUA, Canadá, Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Escócia, Irlanda, Japão.
3. Quais são os aspectos (variáveis) chave para o desenvolvimento de um país?
Os países onde os sectores terciário e quaternário da indústria predominam na economia são considerados desenvolvidos. Mais recentemente, uma outra medida, o Ìndice de desenvolcimento humano (IDH), começou a ser utilizado. O IDH mede três dimensões: riquesa, educação e esperança média de vida e é uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma determinada população. Os países desenvolvidos geralmente são os que apresentam IDH elevado. Países que não entram em tais definições são classificados como países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos.
4. Porque há tantas diferenças entre um país desenvolvido e um em desenvolvimento?
As principais diferenças entre países desenvolvidos e países subdesenvolvidos são as características sociais e económicas.
Quando um Estado possui um alto Índice de Desenvolvimento Humano e uma economia altamente industrializada é considerado desenvolvido. Além disto, um país pode ser considerado em desenvolvimento (caminhando para se tornar desenvolvido) ou subdesenvolvido (países com sérios problemas socioeconómicos), possuindo características distintas nestes dois casos.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida estatística que reúne cálculos demográficos considerados mais influentes de uma determinada população: a taxa de analfabetismo, a expectativa de vida e a qualidade de vida (PIB per capita). Medido em valores de 0 a 1, países com os mais altos IDHs chegam a 0,8 em média, um meio-termo próximo a 0,65 e os mais pobres atingem taxas de 0,4 ou menos. Existem muitas críticas acerca da metodologia de aplicação das pesquisas e dos cálculos, e também pelo facto do índice não considerar importantes variáveis sociais. Porém, até então, ele serve bem ao propósito de comparar as condições sociais entre os diversos países do mundo para entidades como a ONU e o Banco Mundial.
Economicamente, um país é dado como desenvolvido por já ter um alto nível de industrialização do seu mercado. Isto verifica-se quando a maior parte da sua economia se encontra nos sectores terciário (mercado de serviços) e quaternário (pesquisa, desenvolvimento científico e informação). O indicador mais usado para medir o grau de desenvolvimento de um país é o PIB per capita do mesmo. Países desenvolvidos chegam a ter seu PIB per capita é muito maior que nos países subdesenvolvidos. O processo de industrialização de um Estado traz consigo uma forte alteração demográfica de sua população, quanto a sua localização e urbanização. Países subdesenvolvidos tendem a ser altamente agrários, com sua população a viver maioritariamente em zonas rurais; países em desenvolvimento mostram sinais de êxodo rural e sobrelotação das grandes cidades. Com o desenvolvimento vem o fim do crescimento vegetativo das cidades, sendo que as migrações podem ocorrer para as zonas de médio porte ou estagnarem.
Porque é Angola o principal destino de muitos trabalhadores portugueses?
ANGOLA_ de um paraíso colonial a um destino de mão-de-obra excedente
Quanto ao aspecto económico, cultural e social, é clara a relação de futuro entre Portugal e Angola, um futuro cada vez mais procurado.
No que diz respeito ao factor económico, Angola foi bastante afectada pela Guerra Civil que se manteve quase trinta anos. Colocou desta forma o país entre os mais pobres do planeta. (Fonte://http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_de_Angola//)
Todavia, Angola apresenta agora boas taxas de crescimento apoiadas principalmente pelas suas exportações de petróleo, sendo hoje em dia uma das maiores economias de África. Este representava cerca de 88% da economia das exportações de bens e serviços e 54% do PIB do país). O seu PIB per capita era um dos mais baixos do mundo, o que resultava na pobreza da população, sendo 15% da população depende da ajuda alimentar das Nações Unidas. (Fonte: Jornal “O Pombal”)
Segundo previsões do FMI, Angola teria um dos crescimentos mais rápidos a nível mundial. Portugal foi o maior investidor em Angola. (Fonte: José Pedro de Morais, ministro das Finanças de Angola)
Aquando a entrada de Portugal em crise, os investimentos em Angola decresceram consideravelmente, contudo actualmente é um dos principais fornecedores (e parceiro comercial) de Angola (fora do sector do petróleo e diamantes). Segundo dados do Economist Intelligent Unit, o nosso país tem como principais competidores a África do Sul, EUA, Holanda, França e Brasil.
Além dos grandes investimentos, como os das construtoras, sector bancário ou telecomunicações, existem centenas de projectos de pequena e média dimensão, desde as madeiras e móveis, medicamentos ou maquinaria, que exigem mão-de-obra qualificada não existente em Angola e são um forte impulso para a emigração portuguesa. (Fonte: ministro angolano da Economia, Manuel Júnior)
Nos últimos três anos, 60 mil portugueses chegaram a Angola para trabalhar, registou-se uma inversão nos fluxos migratórios entre Portugal e Angola. Se há não muito tempo a emigração era no sentido de lá para cá, agora, dá-se na direcção contrária. Em situação legal, já há quase o triplo de portugueses a viver em Angola do que angolanos em Portugal. (Fonte:http://jn.sapo.pt/)
Os números da Agência Nacional para o Investimento Privado em Angola (ANIP) não enganam quanto à importância que o país tem para os investidores portugueses. Em 2007, esse investimento chegou aos 235 milhões de dólares, com 247 projectos aprovados, e, em 2008, subiu para os 615 milhões de dólares. (Fontes://http://jn.sapo.pt/// e //http://www.angonoticias.com//)
Pode confirmar-se no site http://angolaempregos.blogspot.com/ a qualidade e a procura de empregos em Angola.
Em conclusão e como opinião pessoal, o principal destino dos trabalhadores portugueses é Angola pois o número de trabalhadores com qualificação necessária para executar certas tarefas são poucos, o que faz com que sejam procurados, entre outros, portugueses qualificados (muitas vezes para qualificar). Além disso os investidores têm como principal finalidade as riquezas que lá existem e a mão de obras não qualificada a baixos preços.
Exemplos que demonstram as exportações e a evolução da balança comercial angolana (período: 2004, 2005, 2006):
AMOSTRA DA EVOLUÇÃO DA BALANÇA COMERCIAL – ANGOLA( 2006 a 2004)
Mapa relativo ao desenvolvimento humano em Angola: UN Human Development Report 2009.PNG
██ 0,900–0,949
██ 0,850–0,899
██ 0,800–0,849
██ 0,750–0,799
██ 0,650–0,699
██ 0,600–0,649
██ 0,550–0,599
██ 0,500–0,549
██ 0,400–0,449
██ 0,350–0,399
██ abaixo de 0,350
██ não disponível
Definições suplementares:
___
AVALIAÇÃO: Tema interessante e actual. Refere fontes e revela esforço de pesquisa de informação. Falta sistematização e compreensão dos conceitos (Bom) -